13 Fevereiro 2011

Top 5 Lugares mais incríveis do mundo


5.Socotorá / Iemen






Socotorá ou Socotra (em árabe سقطرة Suqutrah) é um pequeno arquipélago formado por quatro ilhas no Oceano Índico, em frente à costa do Chifre da África (Corno de África), a 250 km a leste do cabo Guardafui e a uns 350 km a sudeste da costa do Iémen, que administra Socotorá em nome do Sultanato de Mahra e Socotorá.


1.Darvaz ( Porta do Inferno ) / Turcomenistão 



Darvaz, também conhecida como Darvaza, ou Derweze ("O Portão", em turcomano) é uma vila do Turcomenistão com cerca de 350 habitantes, localizada a cerca de 260 quilômetros ao norte de Ashgabat, no meio do deserto de Kara-Kum, que ocupa mais de 70% do país de 350.000 quilômetros quadrados e é rico em petróleo, enxofre e gás natural. Seus habitantes são principalmente turcomanos da tribo Teke, que conservam um estilo de vida semi-nômade.[1][2]

A chamada Porta do Inferno (ou Porta para o Inferno) é uma cratera situada próxima de Darvaz. A imensa cratera recebeu este nome em virtude das labaredas constantes que nela flamejam, propiciando um cenário que faz lembrar a descrição popular do acesso principal ao mitológico Reino de Hades. Trata-se de um projeto de mina de 60 metros de diâmetro por 20 metros de profundidade.[1]
Em 1971 (ou na década de 1950, segundo outros relatos),[1] geólogos soviéticos efetuaram estudos de viabilidade para a extração de gás natural no lugar e efetivamente encontraram o que estavam procurando.[3] Durante as escavações, porém, foi descoberta uma caverna subterrânea de grande profundidade, repleta de gás tóxico. Por causa dessa substância, as perfurações foram suspensas e fogo foi ateado no local, a fim de que o conteúdo tóxico fosse consumido pelo processo de combustão, já que havia o receio de consequências para a população.[1]
Entretanto, o fogo jamais se extinguiu, e a cratera continua flamejante atualmente. Não há nenhuma previsão de quando as labaredas vão finalmente cessar, já que ninguém tem noção da quantidade de gás que ainda existe nas profundezas da cratera.[1]

2.Duna de Pyla / França





A Grande Duna de Pyla, também chamada de Pilat, (em língua francesa, Grande dune du Pilat ou du Pyla; do gascão, Pilòt, "grande monte" ou "pilha") é uma enorme formação de areia natural costeira acumulada no litoral aquitano do golfo da Biscaia ou de Gasconha na entrada da baía de Arcachón. A duna situa-se no termo municipal de La Teste-de-Buch, comuna pertencente ao departamento de Gironda e a comarca natural do Pays de Buch, ao sudoeste da França.
Tanto a geomorfologia como a posição da Grande Duna se encontram em permanente evolução e deslocamento desde sua génesis, estimada há vários milhares de anos. Contém um volume total aproximado de mais de 60 milhões de m³ de areia fina eólica que se estendem sobre 87 hectares de superfície, ocupando 2,7 km de costa linear e até 500 m de bosque do Parque Natural das Landas de Gasconha, para cujo interior penetra inexoravelmente a razão de 3 a 4 metros anuais, segundo as medições realizadas desde a década de 1960.
A Grande Duna tem uma singular amplitude de sua crista, a mais alta do continente europeu, a um fenômeno geologicamente muito recente: o colapso no século XVIII de um grande banco de areia oceânica situado em frente a sua costa. Este banco de areia proporcionou o material sedimentário depois transportado progressivamente pela natureza e acumulado, como resultado da atividade humana de florestação e de luta contra a invasão arenosa, para conformar a cimeira da duna que evoluiu desde os 35 m de altura medidos em meados do século XIX, até atingir entre 80 e 107 m segundo os estudos realizados desde a década de 1980.[1]
A Grande Duna de Pilat e seu meio, considerados um ecossistema de valor excepcional, foram protegidos pelo Estado francês mediante diferentes medidas de preservação que a partir da primeira classificação de 1943, se estendeu ao bosque circundante sendo o conjunto declarado “Grand Site National” em 1978. Em 1994 se delimitaram e classificaram os 6.288,26 hectares do lugar formalmente como "grande lugar natural de interesse paisagístico e científico",[2] associado à rede Natura 2000 da União Europeia[3] sendo o centro de atração turística mais destacado da região aquitana e um dos mais importantes do país, acolhendo entre 1 e 1,5 milhões de visitantes anuais.[4][5]

Coordinates: 44°35′24″N 1°12′42″W


3.Monte Roraima /  Brasil ~ Venezuela ~ Guiana




O Monte Roraima faz parte de um terreno montanhoso com centenas de outras montanhas e montes chamados de Tepuis localizado ao Sul da Venezuela (área escalável), extremo Norte do Brasil e Oeste da Guiana constituindo a tripla fronteira. Fica na Serra de Pacaraima, é o ponto mais alto da Guiana, e a décima maior formação rochosa brasileira, com 2.739,30 metros de altitude.
O Roraima destaca-se por possuir características únicas. Estima-se que tenha se erguido há mais de 2 bilhões de anos, período em que nem sequer os continentes tinham se separado e adquirido a forma que possuem atualmente. Umas das peculiaridades que mais o diferenciam de quaisquer outros montes é o fato de se parecer com uma imensa "mesa", ou seja, seu topo é plano (e possui cerca de 90 km de extensão). Além disso, escorrem do monte milhões de litros de águas formando várias cachoeiras; na Venezuela os índios a chamam de "mãe das águas".
Sua fauna e flora é muito rica, contendo várias espécies endêmicas. Seu cume pode ser alcançado por expedições a pé, feita por pessoas vindas de todo o mundo, iniciadas geralmente pelo lado venezuelano, a partir da cidade de Santa Elena de Uairén. A caminhada deve ser feita com auxilio de guias experientes que podem ser contratados no início da trilha, e pode levar até 2 dias somente para alcançar o cume. Geralmente toda a expedição, com visitação a vários pontos do cume leva 7 dias, incluindo a subida e descida.


4.Rotorua / Nova Zelândia





Rotorua é uma cidade da Nova Zelândia, situada na ilha norte. Tem 53 000 habitantes, dos quais um terço são maoris.
Rotorua é conhecida por estar localizada numa área de muita actividade geo-termal. Tem muitos geysers (Pohutu geyser em Whakarewarewa com 20m), fumarolas, nascentes termais de água quente e lagoas da lama quente, localizadas na cidade.
A cidade tem um odor característico por causa da grande concentração de enxofre por conta do vulcão,que contam alguns nativos que ele ainda está em atividade.
É um local agradável onde aventureiros encontram oportunidades de fazer rafting com uma queda de 7 metros de altura, próximo ao hells gate ou sledge, um tipo de prancha que ajuda na flutuabilidade, guiado por monitores experientes e todos os praticantes recebem um material de segurança como colete, roupa de mergulho para proteger da agua que é um pouco fria, botas de neoprene e capacetes.
E para aqueles que não gostam muito de aventura não podem perder a oportunidade de conhecer o vulcão com os seus lagos quentes e com variações de pH entre 2,7 até 7,8. O encontro com a cultura maori também é imprescindível, a comida é otima e o povo é muito receptivo. Eles ensinam algumas palavras e nos ajuda a entender o que cada expressão facial representa.

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